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| MaréMansa |
| Luiz Oscar Matzenbacher |
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03/07/2009 21:47 O futebol não reconhece covardes. Por Luiz Oscar Matzenbacher.
O Beira-Rio na última quarta-feira parecia o coração do Brasil pulsando em vermelho e branco. Às 21h30min a torcida rubra acendeu os sinalizadores vermelhos. Foi um espetáculo inesquecível, flagrado pelos helicópteros da Globo e da Band.
Os colorados, quase 50 mil, diziam aos retranqueiros, aos adeptos dos volantes, aos adeptos do futebol-força: "Vamos, vamos, vamos, vamos Inter com os nossos toureiros, com os nossos bailarinos espanhóis, com os nosos generais Bento Gonçalves, Garibaldi e com a marechala Anita Garibald, para dentro deles".
Mas o técnico Tite preferiu os volantes, intimidado pelos 'comentaristas' da Zero Hora, da RBS Rádio, da RBS TV, e de um bando de covardes. Anita, Garibaldi, Bento Gonçalves vestiam o lenço vermelho colorado e disparavam 180 anos antes, pela coxilhas. Mas o colorado do Tite foi um exército escondido nos bunkers, nos guetos.
Aquele imenso rubí pulsante do Beira-Rio viu os camisas-pretas do Il Duce Lula, del Fascio da Paulicéia Direitista negar o rubro de Anita Malfatti, dos "irmãos", Oswald e Mário, de Andrade, do inesquecível Simões Lopes Neto, de Garibaldi, de Bento Gonçalves.
Esquecer tanta covardia, jamais. Nem mesmo puteando aquele bando de covardes da RBS, nem mesmo puteando o Tite Vai Com As Outras.
Não deu outra, o Corinthians dos camisas-pretas do Duce Lula é campeão da Copa do Brasil, com a ajuda da CBF, do Dunga, dos árbitros, da TV Globo, da Band e da PQP da CQC. Mas se o Alecssandro, o Andrezinho, mais os gringos D'Alessandro e Guiñazu e ainda o Nilmar e o Taison estivessem juntos desde o início, aquele rubí pulsante teria sido em vão?
Lugar de covarde é em São Paulo ou em Brasília, jamis no Beira-Rio do lenço colorado.
O Internacional é o único grande clube brasileiro que desde a sua fundação em 1909 sempre permitiu todas as raças, todas as culturas, todas as religiões. Por isso eu sou colorado, do Internacional. Sou contra o racismo e qualquer tipo de discriminação.
Eu morei em São Paulo. Eu sei como os paulistanos se referem aos nordestinos, aos baianos, aos demais brasileiros. Sei dos apelidos que os nordestinos recebem, até aquele imbecil trocadilho do gelo de baiano, etc..
Presidente da República que mereça esse nome só recebe clube vencedor no Planalto e beija taça da Libertadores, do Mundial de Clubes, da Recopa, da Sulamericana. Mas foram 64 clubes brasileiros na Copa do Brasil, imagino que o Lula considere todos os demais 63 como adversários ou inimigos dele e do PT! Vamos votar neles novamente?
AGRESSÃO COVARDE
Um motociclista avançou contra mim em uma área da Praia de Porto Belo, Enseada da Encantada, nas proximidades de um local chamado de curva da Figueira, ameaçando com um sotaque paulista ou paranaense do norte.
Ali é uma área exclusiva de lazer, de jogging, de banhistas ou de pesca, na qual é proibida terminantemente a passagem de qualquer tipo de veículo. Eu fazia minha caminhada matinal diária. Temo que tenha algo a ver com algum comentário meu aqui. Temo mais ainda que tenha a ver com talvez minhas críticas à conquista, no meu entender não muito transparente, da Copa do Brasil pelo Corinthians.
O agressor usava um capacete todo preto com um distintivo que eu acho possível de ser de algum clube com cores preta e branca.
Maiores detalhes vocês terão a partir de segunda-feira no Blog-Se MaréMansa, aqui no Comunique-Se.
Por precaução resolvi tirar a foto dos meus posts, que aliás são voluntários, sem remuneração. Não faz sentido correr risco à minha integridade física, de graça. Luiz Oscar Matzenbacher | comentários(0)
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